quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Paço imperial data:21/10/10
Situado no centro da cidade do Rio de Janeiro,o paço imperial é um raro exemplo de monumento histórico que,em diferentes momentos, foi palco de importantes acontecimentos de nossa história.
De 1743 a 1763 como colônia de portugal,foi sede de governo no Brasil.Com a transferência da sede do Governo Geral para o Rio de Janeiro,tornou-se palácio dos Vice-Reis até 1808.A partir de então passou a abrigar a Família Real,que se transeferiu de Lisboa para o Rio de Janeiro,recebendo o nome de Paço Real.Depois da Proclamação da Independência (1822),e até a Proclamação da República (1889),passou a ser chamado de Paço imperial.Após a Proclamação da República,o prédio foi sede do Departamento de correios e telégrafos.
Em 1938,foi tombado pelo SPHAN,atual IPHAN-Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional,e,em 1985,depois de restaurado,tornou-se o centro cultural do IPHAN,Ministério da Cultura.
O prédio sofreu inúmeras modificações de nomes e de funções,passou por diversas reformas arquitetônicas,mas não perdeu sua beleza,sua majestade e a condição,através dos séculos,de testemunha da história do nosso país.
No Paço Imperial,as expressões do mundo atual dialogam com as referências do passado,convidando o visitante a passear pelos tempos.Sua programação diversificada inclui artes plásticas,cinema,teatro,música,biblioteca,atividades educativas,seminários e serviços de lojas e restaurantes.
De 1743 a 1763 como colônia de portugal,foi sede de governo no Brasil.Com a transferência da sede do Governo Geral para o Rio de Janeiro,tornou-se palácio dos Vice-Reis até 1808.A partir de então passou a abrigar a Família Real,que se transeferiu de Lisboa para o Rio de Janeiro,recebendo o nome de Paço Real.Depois da Proclamação da Independência (1822),e até a Proclamação da República (1889),passou a ser chamado de Paço imperial.Após a Proclamação da República,o prédio foi sede do Departamento de correios e telégrafos.
Em 1938,foi tombado pelo SPHAN,atual IPHAN-Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional,e,em 1985,depois de restaurado,tornou-se o centro cultural do IPHAN,Ministério da Cultura.
O prédio sofreu inúmeras modificações de nomes e de funções,passou por diversas reformas arquitetônicas,mas não perdeu sua beleza,sua majestade e a condição,através dos séculos,de testemunha da história do nosso país.
No Paço Imperial,as expressões do mundo atual dialogam com as referências do passado,convidando o visitante a passear pelos tempos.Sua programação diversificada inclui artes plásticas,cinema,teatro,música,biblioteca,atividades educativas,seminários e serviços de lojas e restaurantes.
domingo, 15 de agosto de 2010
Paço imperial
O Paço hoje
Atualmente o Paço Imperial é um Centro Cultural onde ocorrem mostras dos mais variados tipos (pintura, fotografia, escultura, cinema, música, etc). O Paço dispõe de uma biblioteca de arte e arquitetura (Biblioteca Paulo Santos) e várias lojas (livraria, disqueria, restaurante).
Atualmente o Paço Imperial é um Centro Cultural onde ocorrem mostras dos mais variados tipos (pintura, fotografia, escultura, cinema, música, etc). O Paço dispõe de uma biblioteca de arte e arquitetura (Biblioteca Paulo Santos) e várias lojas (livraria, disqueria, restaurante).
Paço imperial
Decadência e recuperação
Após a Proclamação da República, as propriedades da Família Imperial e seus bens foram arrestados e leiloados. O Paço foi transformado em Agência Central dos Correios e Telégrafos. A decoração interna - estuques, pinturas e decoração - foi destruída e dispersa. A platibanda foi retirada para a expansão do terceiro andar, que passou a ocupar toda extensão do prédio. O pátio central foi ocupado e a fachada alterada com a introdução de frontões em estilo neo-colonial. Em 1938 houve o tombamento do prédio e só em 1980 o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional restaurou o Paço à forma que tinha em 1818.
Após a Proclamação da República, as propriedades da Família Imperial e seus bens foram arrestados e leiloados. O Paço foi transformado em Agência Central dos Correios e Telégrafos. A decoração interna - estuques, pinturas e decoração - foi destruída e dispersa. A platibanda foi retirada para a expansão do terceiro andar, que passou a ocupar toda extensão do prédio. O pátio central foi ocupado e a fachada alterada com a introdução de frontões em estilo neo-colonial. Em 1938 houve o tombamento do prédio e só em 1980 o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional restaurou o Paço à forma que tinha em 1818.
Paço imperial
Paço Imperial
Após a Independência do Brasil, o edifício passou a Paço Imperial, sendo chamado também de Paço do Rio de Janeiro, funcionando como despacho e residência eventual para D. Pedro I e depois para D. Pedro II. No interior há uma sala, o Pátio dos Arqueiros, que ainda mantém a decoração em estuque original da década de 1840. Neste período a fachada recebeu o acréscimo de uma platibanda em torno do terceiro andar e que ocultava o telhado. Foi no Paço que, a 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I decidiu ficar no Brasil e não voltar a Portugal (Dia do Fico). Também foi numa das salas do Paço que a Princesa Isabel assinou, dia 13 de maio de 1888, a Lei Áurea, libertando os escravos. O Paço Imperial foi ainda o primeiro local fotografado na América Latina. Em 1840, o Abade Compte fez a primeira fotografia do Brasil, mostrando o Paço e o largo adjacente.
Após a Independência do Brasil, o edifício passou a Paço Imperial, sendo chamado também de Paço do Rio de Janeiro, funcionando como despacho e residência eventual para D. Pedro I e depois para D. Pedro II. No interior há uma sala, o Pátio dos Arqueiros, que ainda mantém a decoração em estuque original da década de 1840. Neste período a fachada recebeu o acréscimo de uma platibanda em torno do terceiro andar e que ocultava o telhado. Foi no Paço que, a 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I decidiu ficar no Brasil e não voltar a Portugal (Dia do Fico). Também foi numa das salas do Paço que a Princesa Isabel assinou, dia 13 de maio de 1888, a Lei Áurea, libertando os escravos. O Paço Imperial foi ainda o primeiro local fotografado na América Latina. Em 1840, o Abade Compte fez a primeira fotografia do Brasil, mostrando o Paço e o largo adjacente.
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